Mês: maio 2015

No Paraná

  • Nesta página você encontrará informações sobre os cursos de Engenharia Ambiental do Estado do Paraná22.

 
Lista de cursos de Engenharia Ambiental no Paraná (2014)

Centro Universitário de União da Vitória – União da Vitória
Centro Universitário Dinâmica das Cataratas – Foz do Iguaçu
Faculdade Anchieta de Ensino Superior do Paraná – Curitiba
Faculdade União das Américas – Foz do Iguaçu
FAE Centro Universitário – Curitiba
Pontifícia Universidade Católica – Curitiba
Pontifícia Universidade Católica – Toledo
União de Ensino do Sudoeste do Paraná – Dois Vizinhos
Universidade Estadual do Centro-Oeste – Irati
Universidade Federal do Paraná – Curitiba
Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campo Mourão
Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Londrina
Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Francisco Beltrão
Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Medianeira
Universidade Tuiuti do Paraná – Curitiba

História da Engenharia Ambiental

Um pouco de história.

A Engenharia Ambiental deu seus primeiros passos a partir da 1º Conferência  Mundial sobre Meio Ambiente em 1972, em Estocolmo, na Suécia. A data de início dessa conferência, 5 de junho, foi adotada, a partir de então, como Dia Mundial do Meio Ambiente.

Durante a conferência foi proposto que fossem criadas profissões técnicas voltadas ao estudo e à aplicação de tecnologias para proteger o meio ambiente. Também, a partir de então, surgiu o termo desenvolvimento sustentável.

A ideia de criarem-se profissionais na área de meio ambiente chegou ao Brasil poucos anos depois, porém, em meados dos anos 70 do século XX, as lideranças do Brasil decidiram que a prioridade no país era o saneamento, incentivando-se a ampliação das redes de água e esgotamento sanitário. Por esse motivo, surgiram no final dos anos 70 e inicio dos anos 80 os primeiros cursos de Engenharia Sanitária no Brasil, um em cada região do país, como em Florianópolis, em Santa Catarina, o de Belém, no Pará e o de Cuiabá, no Mato Grosso.

Com o avanço da industrialização mundial e, consequentemente, o maior uso de recursos naturais e da poluição em todos os meios, fez-se necessária a 2ª Conferência Mundial do Meio Ambiente, em 1992. Dessa vez a conferência foi realizada no Rio de Janeiro, no Brasil.

Novamente foi proposto que se criassem no Brasil, cursos voltados a formação de profissionais especializados em Engenharia Ambiental, coisa que já existia em outros países desde os anos 70. Como o momento político era outro e o país estava avançando em saneamento e com deficiência em e meio ambiente, foi então autorizada a criação do curso de Engenharia Ambiental no Brasil. As primeiras Universidades a solicitarem a abertura do curso foram a Fundação

Universidade do Tocantins (Unitins) e a Universidade Luterana do Brasil no Rio Grande do Sul – ULBRA. Porém, a primeira universidade a ter efetivamente aberto uma turma de Engenharia Ambiental no Brasil foi a Unitins, em Palmas, em 1992.

A partir da Unitins surgiu a Universidade Federal do Tocantins – UFT, que hoje abriga o curso de Engenharia Ambiental criado em 1992. Portanto, já são 22 anos da Engenharia Ambiental no Brasil.

O reconhecimento do curso

Os primeiros cursos de Engenharia Ambiental no Brasil surgiram a partir do curso de Engenharia Civil e sua grade curricular e sus professores eram muito ligadas aquele curso. Para que o curso fosse reconhecido pelo Ministério da Educação e Cultura – MEC, era necessário ter turmas formadas e outras em andamento. O MEC deu o reconhecimento do curso em 1994, mas somente em 1996 ele foi efetivado, a partir da formatura da primeira turma, em janeiro daquele ano.

A data de formatura da primeira turma de Engenharia Ambiental do Brasil, em 31 de janeiro de 1996, em Palmas – TO, é adotada hoje como o Dia do Engenheiro Ambiental.

Porém, ainda levou algum tempo até o profissional de Engenharia Ambiental ser reconhecido pelo mercado de trabalho e pela sociedade. Somente em setembro de 2000, o Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura – CONFEA, começou a aceitar os registros desses profissionais, reconhecendo profissão através da resolução nº 447/2000.

Foi então, a partir dos anos 2000, que houve um acréscimo muito grande de Universidades e Faculdade oferecendo o curso de Engenharia Ambiental no país e a procura por esse curso, principalmente entre jovens, também cresceu. Hoje, estima-se que mais de 180 cursos de Engenharia Ambientai estejam em atividade no país, o que é muito bom, pois demonstra o interesse que os jovens, e a sociedade como um todo, tem na área de meio ambiente e preservação, aliando desenvolvimento tecnológico e preservação ambiental.

O futuro da Engenharia Ambiental no Brasil e no mundo é promissor, mas ainda há muito a ser trilhado. A cada dia surgem novos desafios para esse tipo de profissional, que deve propor soluções viáveis e, em conjunto com outros profissionais de vários ramos, construir uma sociedade mais justa, mais sustentável, mais próspera e, principalmente, mais humana.

Texto original elaborado por:
Engº Ambiental João Gomes
1º presidente da APEAM (2008-2010)

Gestão 2020 – 2022

ORGANOGRAMA

Diretoria executiva


  • Luiz Guilherme Grein Vieira – Presidente
  • Jéssica Miranda de Paulo – Vice-presidente
  • Vanessa Tres – Secretária
  • Maira Caires Aquino – Vice-secretária
  • Ian de Lima Ribeiro – Tesoureiro
  • Mariana Druszcz – Vice-tesoureira

Gerência Acadêmica


  • Vitória de Oliveira
  • Lisandra Kaminski
  • Luciana Müller
  • Marcelo Zawarzki Bueno
  • Altair Rosa

Gerência Técnica


  • Luiza Scarpim
  • Bruno Tonel Otsuka
  • Rafael Luiz Diogo da Rosa
  • Luiz Felipe Pankievicz
  • Thiago Schuba
  • Cassio Fernando Foquessatto

Gerência de Comunicação


  • Wislaine Bonfim
  • Deise Ingrid Schneiders
  • Paula Fernanda Gonçalves
  • Guilherme Miola de Castro

Gerência de Eventos


  • Vitória de Oliveira
  • Luciana Müller
  • Paula Fernanda Gonçalves
  • Arlan Scortegagna
  • Charles Santos

Gerência Jurídica


  • Amélia Bortoli
  • Igor Rayzel
  • Marcelo Lentini Ribas

Gerência de Projetos


  • Deise Ingrid Schneiders
  • Luiz Felipe Pankievicz
  • Gabriella Valentim

Gerência de Planejamento


  • Daniele de Souza
  • Juliano Melo
  • Anadia Cattarin

Gerência de Relações Institucionais


  • Helder Rafael Nocko
  • João Gomes
  • Charles dos Santos
  • Juliano Melo
  • Wislaine Bonfim

APEAM Jr.


  • Mirelly Lacerda Pinheiro
  • Andressa de Souza
  • Luciana Müller

Conselho Fiscal


  • Guilherme Augusto Garcia Geronasso/João Gomes/Tiago Martins Bacovis – Conselheiros titulares
  • Thiago Bana Schuba/Marcelo Lentini Ribas/Lais Ribas – Conselheiros suplentes

Documentos APEAM

Transparência

PESQUISA: INSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO DOS ENGENHEIROS AMBIENTAIS

Participe da pesquisa de inserção dos profissionais de Engenharia Ambiental no mercado de trabalho, desenvolvida pela  acadêmica de Engenharia Ambiental Adriana Xavier Pereira sob a coordenação do Professor José Luis Dalto da UTFPR – campus Londrina.
 
SOBRE A PESQUISA – Ao terminar a universidade muitos estudantes encontram uma série de dificuldades na busca de emprego, em especial devido à falta de experiência e exigências do mercado. Atualmente vê se que a passagem da universidade para o mercado torna-se como um período que apresenta vários desafios.
 
A pesquisa investigará a situação da categoria no estado do Paraná, envolvendo as atividades extraclasses e o estudo do processo de transição do estudante para vida profissional. Desta forma, traremos à tona a realidade da categoria no ingresso dos profissionais de Engenharia Ambiental no mercado de trabalho.
 
Acesse o link abaixo e responda-a:
 

 

8º Simpósio de Engenharia Ambiental apresentado no Colégio de Presidentes

O presidente da Associação Paranaense de Engenharia Ambiental, engenheiro ambiental Renato Muzzolon Júnior, apresentou ontem (23) na 2ª Reunião do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua as informações referentes ao 8º Simpósio de Engenharia Ambiental (8º SBEA). O evento reunirá engenheiros ambientais de todo o país em Curitiba, entre os dias 4 e 8 de setembro no campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

Durante sua apresentação realizada aos presidentes dos Creas e do Confea e de conselheiros federais presentes, Muzzolon destacou o histórico do evento, que teve sua primeira edição realizada na cidade de Itajaí (SC). ?Desde então, o SBEA vem crescendo ano a ano e esperamos que esta seja a maior edição da história?, destacou. A expectativa é que mais de 2 mil profissionais da engenharia ambiental participem do evento.

O 8º SBEA é promovido pela Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais (Aneam) e pela Associação Paranaense de Engenheiros Ambientais. O CREA-PR é um dos apoiadores do simpósio.

Para mais informações sobre o 8º SBEA acesse:
www.sbea.eng.br
www.facebook.com/sbea8

Vice-tesoureiro da APEAM participa da segunda reunião da inspetoria do CREA-PR – Regional Curitiba

O vice-tesoureiro da APEAM Michael Busko participou no dia 16 de abril de 2015, em Curitiba, da segunda reunião da inspetoria do CREAPR- Regional Curitiba.

A reunião da inspetoria aconteceu no Plenário do Crea-Pr e tem por finalidade discutir o âmbito da fiscalização em todos seus aspectos, não somente a atividade de engenharia em si, mas sim todas as partes envolvidas ao sistema, com a finalidade de expor e discutir assuntos que contribuam para o desenvolvimento do profissional e do conselho como um todo.

Estavam presentes na reunião a gerencia regional do Crea-Pr, entidades de classe representando os engenheiros de segurança, agrônomos, eletricistas e mecânicos,  fiscais do Crea-PR e coordenadores dos cursos de engenharia da capital.

No primeiro momento foi abordado como funciona a estrutura fiscalizatória do conselho. O Plenário é a instância máxima, composto por 103 conselheiros titulares indicados pelas entidades de classe e instituições de ensino ligadas as áreas de engenharias Agronomia e Geociências.

Entre as inúmeras funções do Plenário estão: decidir, em grau de recurso, as questões enviadas pelas sete Câmaras Especializadas e baixar Atos Normativos para fiscalização do exercício profissional.

As Câmaras Especializadas têm a função de julgar as infrações do Código de Ética; elaborar as normas para fiscalização das respectivas especializações profissionais; apreciar e julgar os pedidos de registro dos profissionais e empresas; determinar a capitulação da infração e aplicar as penalidades e multas previstas.

Em seguida foi discutida a importância da presença do conselho nas instituições de ensino de engenharia, realizando um trabalho de base com os futuros profissionais, podendo assim ser estabelecido uma parceria entre conselho e universidades.

?A ideia da parceria é mostrar para os futuros profissionais a importância das ferramentas encontradas no conselho, havendo assim uma mudança de comportamento e visão entre ambas as partes?, destacou o Engenheiro Ambiental e vice-tesoureiro da APEAM Michael Busko.

E por último foi abordado à participação de profissionais do sistema em conselhos municipais e monitoramento de editais e licitações envolvendo empresas e profissionais de engenharia.

APEAM participa da reunião de governança cooperativa do CREAPR em Curitiba

Na foto da esquerda para direita: gerente técnico Bruno Tonel, presidente do CREAPR Joel Kruger e o
vice-tesoureiro Michael Busko

 

O vice-tesoureiro Michael Busko e o gerente técnico da APEAM Bruno Tonel Otsuka participaram, dia 13 de março de 2015, da reunião de governança do CREAPR regional Curitiba, na sede da Associação dos Engenheiros do DER.

A reunião de governança  engloba encontros simultâneos que são: Reunião do Colégio de Entidade Regional Curitiba e o Colégio dos Inspetores. E posterior é realizado a plenária dos colegiados, onde teve como pauta: assuntos para debate e encaminhamento, apresentação do mapa estratégico do CREAPR 2015/2017 e do Gerenciamento pelas Diretrizes ? GPD de 2015.

Na Reunião do Colégio de Entidade – Regional Curitiba, foi realizada a eleição para os novos coordenadores titular e adjunto, onde tivemos como resultado:

Coordenador titular: Flávio Freitas Dinão

Coordenador adjunto: Claudio Barreto

A Regional Curitiba do CREAPR, possui 27 entidades de classe dispostas nas cidades de: Campo Largo,Curitiba, Guaratuba, Paranaguá, Rio Negro e São José dos Pinhais.

 ? O objetivo maior de nossa associação é aumentar a representatividade de nossa categoria perante ao conselho afim de defender, valorizar  e promover a profissão do Engenheiro Ambiental… Para tanto é de extrema importância  a participação nas reuniões de governança do Crea-PR ? relatou o vice-tesoureiro Michael Busko

O CDER-PR é um fórum que congrega oito coordenações regionais, compostas por presidentes de entidades de classe de engenharia, agronomia e geociências, que representam cerca de 90 organizações de todo o Estado. Seu principal objetivo é proporcionar amplitude dos debates e subsidiar decisões do CREA-PR, possibilitando o exercício de plena participação de todos os profissionais associados. O colégio estadual é responsável pela programação do Encontro Paranaense de Entidade de Classe ? EPEC, o CREAPR contribui com a operacionalização do evento esta parceria faz com que o EPEC  evolua a cada ano.

? Através do CDER podemos discutir, sugerir e aprovar novas medidas de governança nos serviços prestados pelo CREAPR. É mais uma frente de atuação importante para os engenheiros ambientais conquistarem seu espaço e mostrarem sua importância ao mercado de trabalho. É também uma porta de acesso direto ao CREA/PR,  comprovada pela presença do próprio presidente do Conselho Sr. Joel Krüger no debate. Com isso, poderemos participar de quaisquer novas medidas que aconteçam, como as alterações nos procedimentos de restituição das ART e de fiscalização ao exercício de atividades profissionais.? Destacou o Gerente técnico Bruno Tonel Otsuka.

Curso de Especialização em Análise Ambiental – UFPR

Curso de Especialização em Análise Ambiental

Objetivos:
O objetivo geral consiste na qualificação de profissionais que atuam na área de meio ambiente, fornecendo subsídios teóricos e práticos, de modo a constituírem elementos dinamizadores para as transformações e melhorias de processos e de tecnologias no uso dos recursos ambientais.
Especificamente pretende-se:
– Subsidiar profissionais que desejam atuar na área de Planejamento e Gestão Ambiental, tanto no âmbito público como privado.
– Permitir a capacitação de licenciados e bacharéis de outras áreas, além da área de Geografia, abrindo-lhes assim novas oportunidades de trabalho;

– Carga Horária
Total ? 394 horas (Teóricas ? 274 horas e Práticas ? 120 horas).

– Investimento
O investimento no curso será de 18 parcelas de R$ 400,00.
Sendo que sócios da APEAM terão desconto de R$ 50,00 na mensalidade.

– Horários das Aulas
As aulas serão realizadas quinta e sexta-feira das 18h30 as 22h30 e sábados das 8h00 as 12h00

– Inscrições
A inscrição poderá ser realizada de 12/12/2014 a 25/02/2015 pelo link abaixo:http://www.terra.ufpr.br/geografia/analiseambiental/formulario-de-inscricao-turma-2015

– Maiores informações

site: http://www.terra.ufpr.br/geografia/analiseambiental/

página no facebook: https://www.facebook.com/analiseambiental?fref=ts