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A Engenharia Ambiental no Brasil

A Engenharia Ambiental deu seus primeiros passos a partir da 1º Conferência Mundial sobre Meio Ambiente em 1972, em Estocolmo, na Suécia, onde foi proposto que fossem criadas profissões técnicas voltadas ao estudo e à aplicação de tecnologias para proteger o meio ambiente. A ideia de se criar profissões nesta área chegou ao Brasil poucos anos depois, porém, como a prioridade no Brasil era o saneamento básico – ampliação das redes de água e esgoto sanitário – surgiram, no final dos anos 70 e início dos anos 80, os primeiros cursos de Engenharia Sanitária.
Com o avanço da industrialização e, consequente aumento do uso dos recursos naturais e aumento da poluição, em 1992 foi realizada a 2ª Conferência Mundial do Meio Ambiente – esta foi realizada no Rio de Janeiro. Novamente de propôs a criação, no Brasil, de cursos voltados para a formação de profissionais especializados em Engenharia Ambiental, algo que já existia em outros países desde os anos 70. Como o momento político era outro e o país estava avançando em saneamento, e havia uma deficiência em meio ambiente, foi então autorizada a criação do curso de Engenharia Ambiental no Brasil. As primeiras universidades a solicitarem a abertura do curso foram a Fundação Universidade do Tocantins (Unitins) e a Universidade Luterana do Brasil no Rio Grande do Sul – ULBRA. Porém, a primeira universidade a ter efetivamente aberto uma turma de Engenharia Ambiental no Brasil foi a Unitins (posterior Universidade Federal do Tocantins – UFT), em Palmas-TO, em 1992.
Os primeiros cursos de Engenharia Ambiental no Brasil surgiram a partir de cursos de Engenharia Civil, e cada um com características peculiares e muitas vezes regionalizadas. No Brasil, os primeiros Engenheiros Ambientais se formaram, na Unitins, em 31 de janeiro de 1996 – data adotada como Dia do Engenheiro Ambiental. Nesse mesmo ano o curso passou a ser efetivamente reconhecido pelo MEC, uma vez que já haviam profissionais formados, e outros em formação. Porém, ainda levou algum tempo até o profissional de Engenharia Ambiental ser reconhecido pelo mercado de trabalho e pela sociedade. Somente em setembro de 2000, o Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura – CONFEA, começou a aceitar os registros desses profissionais através da resolução nº 447/2000. Assim, a partir de 2000, houve um aumento de oferta e procura do curso de Engenharia Ambiental no país.

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