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As Atribuições do Engenheiro Ambiental

As Atribuições do Engenheiro Ambiental

As questões sobre atribuições profissionais dos Engenheiros Ambientais estão em constante debate e, pode-se dizer, em franco desenvolvimento. Isso porque nossa engenharia é relativamente nova no país, tendo sido reconhecida pelo MEC em 1996. Os fatores que definem a atribuição profissional são aqueles provenientes da Lei, incluindo regulamentações do conselho de classe, das demandas do mercado de trabalho e da grade curricular do curso, como estabelecido na Res. CONFEA n.º 447/2000:
“Art. 3º Nenhum profissional poderá desempenhar atividades além daquelas que lhe competem, pelas características de seu currículo escolar, consideradas em cada caso, apenas, as disciplinas que contribuem para a graduação profissional…”

O CONFEA, em sua resolução, deu destaque ao currículo profissional como base para definição das atribuições. Porém, existe ainda a figura do “Profissional Geral” definido pela Portaria n.º 1693/1994 do MEC que incluiu na formação de qualquer engenheiro ambiental conteúdos como Recursos Hídricos, Poluição Ambiental, Impacto Ambiental, Sistemas de Tratamento de Água e Resíduos, Saúde Ambiental, Sistemas Hidráulicos e Sanitários, entre outros. Ou seja, temos o direito de atuar nessas áreas em todo território nacional, desde que o profissional tenha registro no conselho de classe e a Instituição de Ensino de sua graduação cumpra as regulamentações necessárias validando o projeto pedagógico e a matriz curricular.

Em resumo, o tema Atribuição Profissional é essencial e deve estar em pauta permanentemente. A participação dos engenheiros ambientais nas entidades de classe como a APEAM é muito importante, pois através delas podemos buscar o cumprimento dos direitos profissionais, debatendo e buscando soluções com as demais categorias dentro do Sistema CONFEA/CREA.

Os engenheiros ambientais devem estar cientes de que o caminho para que a profissão conquiste respeito e importância é a participação social nos mais diversos setores, fazendo com que a sociedade conheça cada vez mais a profissão, assim como suas competências e atribuições.

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A Engenharia Ambiental no Paraná

A Engenharia Ambiental no Paraná

No Estado do Paraná, a Engenharia Ambiental deu seus primeiros passos em 1998 quando alguns professores da Universidade Federal do Paraná decidiram criar o curso. Em 1999, dentro da PUCPR, também surgiu uma proposta de criação da graduação em Engenharia Ambiental. Assim, em 2000, dentro da UFPR, “nasce” a Engenharia Ambiental no Paraná, e em 2001 na PUC/PR. Em 2003, na UFPR, se formaram os primeiros 8 Engenheiros Ambientais do Paraná.

No começo, a profissão era desconhecida e, vários profissionais recém-formados enfrentaram dificuldades no mercado de trabalho e junto ao CREA/PR, que na época pouco conhecia sobre o curso e as habilidades desses profissionais. Com essa motivação, engenheiros ambientais formados na PUCPR e na UFPR começaram a organizar a Associação Paranaense dos Engenheiros Ambientais – APEAM.

Assim, em 06 de agosto de 2007 foi realizada a assembleia de fundação da APEAM no antigo plenarinho do CREA/PR com a participação de engenheiros ambientais e estudantes. O primeiro presidente eleito foi o Eng. Ambiental João Gomes, formado na Universidade Federal do Tocantins, onde se criou a Eng. Ambiental no Brasil. Em 2011, assumiu uma nova diretoria encabeçada pelo Eng. Ambiental Renato Muzzolon Junior, que se reelegeu para mais 3 anos de mandato iniciados em 2014.

Em 2014, após muito esforço, a APEAM conquista uma vaga de conselheiro no CREA/PR. E assim, passa a representar a categoria, opinando e divulgando a profissão de engenheiro ambiental dentro do nosso Conselho Regional. Em dezembro de 2015, o presidente Renato se licencia, levando o vice-presidente, Eng. Ambiental Helder Rafael Nocko, a assumir a presidência da APEAM.

Se em 2000 eram apenas 2 cursos de Engenharia Ambiental no Paraná, hoje são 19 de Engenharia Ambiental e 11 de Engenharia Ambiental e Sanitária, de acordo com informações do MEC. Além disso, já são mais de 1.300 profissionais registrados no CREA/PR e quase 20.000 profissionais registrados no Sistema CONFEA/CREA.

A APEAM conta hoje com mais de 300 associados devidamente registrados, e perante o CREA/PR, mais de 600 profissionais indicaram a APEAM como sua entidade de classe.

Conheça amanhã as atribuições dos Engenheiros Ambientais!!

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A Engenharia Ambiental no Brasil

A Engenharia Ambiental no Brasil

A Engenharia Ambiental deu seus primeiros passos a partir da 1º Conferência Mundial sobre Meio Ambiente em 1972, em Estocolmo, na Suécia, onde foi proposto que fossem criadas profissões técnicas voltadas ao estudo e à aplicação de tecnologias para proteger o meio ambiente. A ideia de se criar profissões nesta área chegou ao Brasil poucos anos depois, porém, como a prioridade no Brasil era o saneamento básico – ampliação das redes de água e esgoto sanitário – surgiram, no final dos anos 70 e início dos anos 80, os primeiros cursos de Engenharia Sanitária.
Com o avanço da industrialização e, consequente aumento do uso dos recursos naturais e aumento da poluição, em 1992 foi realizada a 2ª Conferência Mundial do Meio Ambiente – esta foi realizada no Rio de Janeiro. Novamente de propôs a criação, no Brasil, de cursos voltados para a formação de profissionais especializados em Engenharia Ambiental, algo que já existia em outros países desde os anos 70. Como o momento político era outro e o país estava avançando em saneamento, e havia uma deficiência em meio ambiente, foi então autorizada a criação do curso de Engenharia Ambiental no Brasil. As primeiras universidades a solicitarem a abertura do curso foram a Fundação Universidade do Tocantins (Unitins) e a Universidade Luterana do Brasil no Rio Grande do Sul – ULBRA. Porém, a primeira universidade a ter efetivamente aberto uma turma de Engenharia Ambiental no Brasil foi a Unitins (posterior Universidade Federal do Tocantins – UFT), em Palmas-TO, em 1992.
Os primeiros cursos de Engenharia Ambiental no Brasil surgiram a partir de cursos de Engenharia Civil, e cada um com características peculiares e muitas vezes regionalizadas. No Brasil, os primeiros Engenheiros Ambientais se formaram, na Unitins, em 31 de janeiro de 1996 – data adotada como Dia do Engenheiro Ambiental. Nesse mesmo ano o curso passou a ser efetivamente reconhecido pelo MEC, uma vez que já haviam profissionais formados, e outros em formação. Porém, ainda levou algum tempo até o profissional de Engenharia Ambiental ser reconhecido pelo mercado de trabalho e pela sociedade. Somente em setembro de 2000, o Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura – CONFEA, começou a aceitar os registros desses profissionais através da resolução nº 447/2000. Assim, a partir de 2000, houve um aumento de oferta e procura do curso de Engenharia Ambiental no país.

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Oportunidade de Estágio na APEAM

Oportunidade de Estágio na APEAM

 

 

A Associação Paranaense dos Engenheiros Ambientais vem por meio deste oferecer uma oportunidade de estágio para estudantes entre o 1º e o 3º ano da Graduação em Engenharia Ambiental. No perfil do interessado, procuram-se aspectos como organização e comunicatividade, e habilidades como: experiência em atividades administrativas, conhecimento em ferramentas para escritório como Word, Excel e PowerPoint. Desejável conhecimento na utilização do software CorelDRAW.

ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS: Dentre as atividades administrativas padrões, como encaminhamento de emails, comunicação com os associados, atividades relacionadas ao sistema CONFEA/CREA e alinhamento de demandas junto à diretoria, o estagiário também poderá:
• Participar e colaborar na organização de eventos da Associação;
• Trabalhar em projetos de mídia e publicitários referentes a ações da entidade;
• Manter contato direto com as principais questões atuais da Engenharia Ambiental no Paraná.

CARGA HORÁRIA: 20 horas semanais;
BOLSA: R$ 500 por mês, mais Auxílio Transporte.
CURRÍCULOS ATÉ DIA 31 DE JANEIRO, no email apeampr@gmail.com