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Gerente da APEAM ministra palestra na UNICESUMAR

Gerente da APEAM ministra palestra na UNICESUMAR

Na última segunda-feira (25/08/2014), a Gerente de Comunicação e Eventos da APEAM, Eng. Ambiental Paula Gonçalves, proferiu uma palestra na UNICESUMAR (Maringá-PR). Tendo como “Atuações do Engenheiro Ambiental no Mercado de Trabalho”, a palestra teve como audiência os graduandos do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da instituição. Foram abordados temas como o dia a dia do engenheiro ambiental focando nas atribuições que lhe são concedidas. Os alunos mostraram-se interessados, fazendo diversos tipos de questionamentos referente a profissão do Engenheiro Ambiental. 

Curso de introdução à Python

Curso de introdução à Python

Promoção: Institutos Lactec, com apoio da APEAM

Objetivo: introduzir a linguagem Python, capacitando os inscritos a executarem, de maneira rápida e eficiente, atividades rotineiras da vida acadêmica e profissional

Público alvo: profissionais de engenharia, ciências exatas, pesquisadores e estudantes

Instrutor: Eng. Ambiental João Paulo Jankowski Saboia

Datas: 01 a 03 de outubro de 2014

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Mercado de trabalho: confira entrevista com Michael Mannich

Mercado de trabalho: confira entrevista com Michael Mannich

“O papel da APEAM é fundamental no reconhecimento e estabelecimento de direitos profissionais do engenheiro ambiental.”

 

“O curso de engenharia ambiental é difícil, a formação é ampla e multidisciplinar, e o mercado ainda é parcialmente receptivo. À medida que os primeiros Engenheiros Ambientais alcancem posições de gerência, chefias e tomada de decisão nas empresas privadas e órgãos públicos o reconhecimento da sociedade e do mercado irá se consolidar”. A observação é de Michael Mannich, que, além de ser formado pela UFPR e ter mestrado e doutorado em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental, é atualmente professor do curso de graduação em Engenharia Ambiental da UFPR. Confira a seguir a entrevista.

APEAM – Para iniciar, conte-nos um pouco de sua trajetória profissional como engenheiro ambiental.

Michael – Fui pesquisador no Lactec/CEHPAR entre 2008 e 2009, professor na UTP entre 2008 e 2009, professor na UTFPR entre 2010 e 2014, e no início desse ano ingressei como professor do curso de Engenharia Ambiental da UFPR.

APEAM – O que lhe motivou a fazer o curso de Engenharia Ambiental?

 Michael – O perfil do profissional, especialmente daquele formado pela UFPR. Uma sólida base de física, química e matemática fornecem os conhecimentos fundamentais para solução dos problemas de engenharia ambiental. Diferente de outras áreas técnicas, mais antigas e clássicas, o Engenheiro Ambiental se depara continuamente com novos problemas. Por isso a formação é sólida na base e não na técnica, permitindo que o profissional encontre novas soluções e não apenas aplique soluções já consolidadas.

APEAM – Qual sua área de atuação?

Michael – Como qualquer Engenheiro Ambiental minha área de atuação é bastante ampla, novamente graças à excelente formação. Especializei-me em mecânica dos fluidos ambiental, modelagem e qualidade da água, aplicados a lagos (reservatórios) e rios.

APEAM – Quais foram as maiores dificuldades encontradas no mercado de trabalho?

Michael – O mercado é conservador, preconceituoso, protecionista e até mesmo invejoso. Na verdade ele é assim porque os indivíduos agem desta forma. É conservador por ser um curso relativamente novo e na dúvida o empregador contrata o profissional “tradicional” que sempre resolveu (bem ou mal) os seus problemas. É preconceituoso, na mesma linha de raciocínio. É protecionista, pois todos são testemunhas do enorme esforço da APEAM na busca de reconhecimento e voz e muitos já experimentaram as dificuldades para reconhecimento de atribuições profissionais. Este é o preço que pagamos pelo pioneirismo e pela nossa qualidade. Destaco também de forma mais provocativa a inveja. A Engenharia Ambiental é um curso fantástico, certamente muitos profissionais lamentam não ter tido a oportunidade de tê-lo cursado.

APEAM – A Engenharia Ambiental é relativamente nova no mercado de trabalho brasileiro e também, dentre as demais engenharias, a que mais tem potencial de crescimento. O que você acha que está faltando para que este fato seja concretizado?

Michael – Eu acho que os empregadores precisam ser menos conservadores e que o Engenheiro Ambiental precisa de reconhecimento maior perante o CREA. Neste contexto, a APEAM tem papel fundamental nesta transformação e busca por espaço. Acho também que a Universidade está muito distante neste diálogo e precisa se aproximar mais. Infelizmente, sob pena de sobrecarregar ainda mais as atividades dos docentes. Paralelamente também acho que este é um processo natural. À medida que os primeiros Engenheiros Ambientais alcancem posições de gerência, chefias e tomada de decisão nas empresas privadas e órgãos públicos o reconhecimento da sociedade e do mercado irá se consolidar. Eu particularmente estou ansioso por isso.

APEAM – Na sua opinião, qual a importância da APEAM para o fortalecimento da categoria?

Michael – É fundamental. A busca pelo espaço no mercado e no CREA é uma necessidade e um direito. Isso só pode ser alcançado por meio de pessoas unidas em busca de um interesse comum. A APEAM abriga estes indivíduos, lhes dá estrutura e uma camisa para vestir nesta luta. A APEAM representa os Engenheiros Ambientais e fortalece sua voz. Portanto, reforço que o papel da APEAM é fundamental neste processo de transformação, reconhecimento e estabelecimento de direitos profissionais do engenheiro ambiental.

APEAM – Para finalizar, qual recado você gostaria de deixar aos futuros Engenheiros Ambientais?

Michael – Para meus alunos e todos os alunos de Engenharia Ambiental eu peço paciência e calma. O curso é difícil, a formação é ampla e multidisciplinar, e o mercado ainda parcialmente receptivo. Para os Engenheiros Ambientais formados eu desejo sucesso. Também peço que sempre honrem seus votos de formatura, que sejam honestos, justos, sérios e dedicados. Quero que se sintam orgulhosos e que compartilhem um espírito motivador com nossos jovens Engenheiros Ambientais. Peço que abram as portas para estes aprendizes e que estreitem os laços com a Universidade. Peço que sejam equilibrados em suas análises ambientais. Eu não gosto dos rótulos extremos que caracterizam os posicionamentos técnicos como “eco-chatos” ou “desenvolvimentista”. Sejam equilibrados e apliquem o real significado de sustentabilidade, que é distinto daquele que leigos balbuciam em nebulosas e presunçosas frases poéticas e desconexas como esta. Também peço paciência e que vistam a camisa da APEAM, pois um grupo unido e homogêneo tem muita força.

Gerente da APEAM participa do VII SIPAT do CREA-PR

Gerente da APEAM participa do VII SIPAT do CREA-PR

Com o tema Qualidade Vida: juntos atingiremos esta meta, iniciou-se a VII SIPAT do CREA-PR.  A cerimônia oficial foi no Plenário do CREA-PR – SEDE, mas as atividades estão sendo desenvolvidas em todas as Regionais do Conselho.

A mesa da Abertura foi composta pelo Superintende do CREA-PR – Eng. Celson Ritter, a Presidente da ASCREA e representante do CRSC – Juliane Marafon e a Gerente Jurídica da APEAM – Advogada e Enga. Ambiental Amelia Bortolli que proferiu a palestra de Abertura: 3 Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar).

Este ano, o CREA-PR conta com o apoio da APES que comemora 40 anos de sua criação e participa da VII SIPAT como promotora de algumas palestras do evento.

Várias outras atividades estarão sendo desenvolvidas durante o período de 25.08 a 29.08.

 

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FONTE: ASCREA-PR

APEAM apoia realização de evento internacional – SIPH

APEAM apoia realização de evento internacional – SIPH

No cenário atual de desenvolvimento portuário e hidroviário, o objetivo deste seminário é de trazer para a discussão a visão de especialistas, de renome internacional e atuação destacada no setor, sobre o uso integrado e sustentável do mar e da rede fluvial. A partir dos debates com representantes do governo, a comunidade científica e empresas atuantes, visa também contribuir para um melhor direcionamento dos esforços de pesquisa nacionais para apoiar o setor. Nesse sentido, será realizado o Seminário Internacional de Portos e Hidrovias.

Datas e Local do Evento: de 10 a 12 de setembro, 2014 no Auditório do Centro de Tecnologia, CT-2, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Está prevista tradução simultânea.

Público Alvo: Este evento tem como público alvo pesquisadores das universidades e institutos de pesquisa, empresas de consultoria, governo e empresas do setor.

Mais informações: http://semintportosehidrovias.webnode.com/

 

seminario portos e hidrovias

Curitiba recebe “Jogo do Bem” entre Cafu e Shogun dia 16

Curitiba recebe “Jogo do Bem” entre Cafu e Shogun dia 16

No dia 16 de agosto acontece um grande evento na capital paranaense. O “Jogo do Bem”, o entre “amigos do Cafu” contra “amigos do Shogun”, no Estádio Janguito Malucelli, a partir das 11h, marca o encontro de dois ícones do mundo esportivo brasileiro.

O evento, promovido pela agência House Of Promo e apoio da APEAM, vai contar com várias personalidades do futebol e do MMA (Mixed Martial Arts), além da presença de celebridades, que visam beneficiar a Fundação Cafu e outras instituições do estado paranaense indicadas pelo Maurício Shogun.

  1. A Fundação Cafu tem como foco e missão a inclusão social, fazendo com que essas crianças se insiram na sociedade de uma maneira mais igual. Entre as ações oferecidas pela organização, estão: cursos profissionalizantes de cabeleireiro, informática, inglês, artesanato, corte e costura, dança, biblioteca, canto, balé e consultório odontológico.
  2. Para celebrar esse acontecimento, personalidades vêm à Curitiba para a partida. No time do pentacampeão mundial, por exemplo, estão os companheiros: Denilson, Vampeta, Amaral, Paulo Sérgio, Fabiano, Ailton, Athirson, Ferreira, Carlinhos “Mendigo” e o rapper, ex-Racionais, “Dexter”.
  • Já na equipe do ex-campeão dos meio-pesados do UFC estão o campeão do peso pena, José Aldo, e Felipe “Sertanejo” Medeiros, que vão se arriscar dentro das quatro linhas. Bruno “KLB” e outras personalidades também compõem a equipe. Com origem no futebol paranaense, o técnico de futebol, Ricardinho, pentacampeão mundial e ex-jogador do Paraná, fecha as estrelas de Shogun.
  • Para completar as equipes, alguns apoiadores e patrocinadores do jogo, além de internautas que participaram de promoções em mídias sociais, também foram selecionados para realizar o sonho de jogar nos times dos campeões Cafu e Shogun.

Junto com Wellington Feliciano, filho do Cafu, Adriano Tiezerini, 33 anos, foi quem teve a ideia de trazer o evento. Amigo e tendo Shogun como cliente, além da amizade com Cafu, o fisioterapeuta nascido em Francisco Beltrão escolheu Curitiba, na qual mora há 30 anos, para sediar o duelo. “Quero ajudar a Fundação Cafu, principalmente. Trouxe para cá, pois são dois campeões mundiais em seus esportes e quero explorar ídolos do esporte em Curitiba para uma boa causa social”, explicou Tiezerini.

O profissional paranaense afirma ainda que o evento deste mês não será o único. O planejamento é de realizar, em 2015, outras quatro edições em cidades espalhadas pelo Estado. “O Paraná é pouco explorado em nível de esporte e queremos também atingir o interior para que tenham acesso aos ídolos. Fazer com que Curitiba e o restante das cidades sejam também um modelo de solidariedade”, finalizou.

Ingressos

Os ingressos tanto para a partida quanto para a feijoada (open bar e open food), que acontece logo após também nas instalações da J. Malucelli, podem ser comprados na academia VO2, Bar +55 e através do site Disk Ingresso ou nos quiosques dos shoppings Mueller, Estação e Palladium, Master Hall e Teatro Positivo. A feijoada, além de comida e bebida, vai contar com roda de samba e palcos Woods e WS, com início às 13h.

As meias-entradas envolvem as seguintes possibilidades: gestantes, deficientes, idosos, estudantes, doadores de sangue, assinantes Disk Ingresso e crianças de 6 a 10 anos, além de um 1 kg de alimento.

Preços

Jogo: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia)

Feijoada: R$ 85,00 (feminino – 1º lote), R$ 125,00 (masculino – 1º lote)

Redes

Site: www.jogodobemcuritiba.com.br

Facebook: www.facebook.com/jogodobemcuritiba

Instagram: www.instagram.com/jogodobemcwb

 

 

X Sinrad e Seminário Internacional de Engenharia Natural

X Sinrad e Seminário Internacional de Engenharia Natural

O X SINRAD – Simpósio Nacional sobre Recuperação de Áreas Degradadas – “Soluções Práticas” acontecerá de 15 a 19 de setembro de 2014, em Foz do Iguaçu (PR).

No evento pretende-se avaliar o estado da arte, as soluções práticas e cases de sucesso na reabilitação e restauração de áreas degradadas, bem como promover discussões que permitam avançar no desenvolvimento de modelos úteis para as atividades impactantes de mineração, urbanização, construção de estradas, barragens e atividades agropecuárias, florestais e industriais.

Paralelamente ao evento, acontecerá o Seminário Internacional de Engenharia Natural, nos dias 18 e 19 de setembro, e a APEAM – Associação Paranaense dos Engenheiros Ambientais apoiará este evento, firmando uma parceria promissora com a Sociedade Brasileira de Recuperação de Áreas Degradadas – SOBRADE.

Segundo o Diretor de Valorização Profissional da ANEAM e Presidente da APEAMRenato Muzzolon Jr“Esta será a primeira de muitas parcerias que a APEAM pretende promover com a SOBRADE”.

A articulação da APEAM, foi fundamental para o envolvimento da Diretoria de Valorização Profissional da ANEAM com a equipe organizadora do evento. Vale ressaltar que esta é uma oportunidade ímpar para estudantes e profissionais da área se atualizarem e trocarem experiências de maneira ampla.

A APEAM apoiará o Seminário Internacional de Engenharia Natural que acontecerá, dias 18 e 19 de Setembro, na mesma semana do Simpósio Nacional de Áreas degradadas – “Soluções Práticas”
Esta será da primeira de muitas parcerias que a APEAM promoverá com a Sociedade Brasileira de Recuperação de Áreas Degradadas – SOBRADE.

Para mais informações na página do evento: X SINRAD 

Fonte: ANEAM

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Responsabilidade Civil e Criminal do Engenheiro Ambiental

Responsabilidade Civil e Criminal do Engenheiro Ambiental

Em meio às atividades cotidianas, é possível que o engenheiro ambiental se depare com situações onde possa vir a ser responsabilizado civil ou criminalmente.

Nesse contexto, os gerentes jurídicos da APEAM,  Eng. Amelia Yoshiko Hanai Bortoli e Eng. Igor Arthur Rayzel, apresentam uma visão geral de como se desenvolve, na prática, a questão da responsabilidade profissional.

Confira o artigo: “Responsabilidade Civil e Criminal do Engenheiro Ambiental”

Mercado de trabalho: “Mercado de trabalho exige profissionais com alto nível de conhecimento técnico, capacidade de resolução de problemas e dedicação.”

Mercado de trabalho: “Mercado de trabalho exige profissionais com alto nível de conhecimento técnico, capacidade de resolução de problemas e dedicação.”

Buscando mostrar as diversas oportunidades da área de Engenharia Ambiental, entrevistamos o engenheiro ambiental Gustavo Sampaio, formado na UFPR, que possui diversos cursos de pós-graduação, dentre os quais Sistemas Minero-Metalúrgicos, Engenharia de Segurança do Trabalho, MBA em Gestão Negócios Sustentáveis, Gerenciamento de Projetos, e atualmente cursa mestrado profissional em Uso Sustentável de Recursos Naturais em Regiões Tropicais.

Atualmente Sampaio é Analista Ambiental Master na Vale S/A, e anteriormente passou por diversas outras empresas conhecidas nacionalmente. “O mercado de trabalho exige profissionais com alto nível de conhecimento técnico, capacidade de resolução de problemas e dedicação. É importante que essas três habilidades sejam desenvolvidas durante o período da graduação em atividades dentro ou fora da sala de aula”, ressalta.

Confira a entrevista realizada com o engenheiro ambiental Gustavo:

 
APEAM – Para iniciar, conte-nos um pouco de sua trajetória profissional como engenheiro ambiental.

Gustavo – Iniciei minha carreira em 2006 como Trainee na mineradora Companhia Vale do Rio Doce (atual Vale) como responsável pela Gestão de Recursos Hídricos, Qualidade do Ar e Emissões Atmosféricas no Complexo de Ponta da Madeira em São Luís (MA). Em 2008 fui para a mineradora anglo-australiana Rio Tinto em Corumbá (MS) onde atuei como responsável técnico pelo Monitoramento Ambiental e licenciamento Meio Físico do Projeto de Expansão da Mina e Sistema Logístico e operações da mina de ferro e do terminal portuário. No Rio de Janeiro a partir de 2009, fui responsável pelo desenvolvimento de soluções em segurança do trabalho e proteção ao meio ambiente na distribuidora de combustíveis Ipiranga. Atuei também como responsável corporativo pelos processos de sustentabilidade ambiental da empresa, incluindo gestão estratégica de carbono e consolidação e reporte de indicadores ambientais de sustentabilidade. Desde 2012 trabalho na área de Emissões Atmosféricas, Ruído e Vibração Ambiental da mineradora Vale.

APEAM – O que lhe motivou a fazer o curso de Engenharia Ambiental?

Gustavo – A Engenharia Ambiental é um curso moderno e multidisciplinar com base sólida na engenharia e interfaces com ciências naturais, da terra e até sociais. Além disso, a atuação com foco na minimização, mitigação e compensação de impactos ambientais é um desafio grande e motivador.

APEAM – Qual sua área de atuação?

Gustavo – Trabalho na área corporativa de meio ambiente da Vale, na Gerência de Tecnologia Ambiental. Atuo na área de Emissões Atmosféricas, Ruído e Vibração Ambiental. Participo de projetos relacionados ao controle de emissões atmosféricas e monitoramento ambiental em empreendimentos de exploração, beneficiamento e transporte de minério de ferro, carvão e ferroligas. Também desempenho atividades de apoio corporativo, como consolidação de indicadores de desempenho ambiental, elaboração de documentos normativos e realização de treinamentos.

APEAM – Quais foram as maiores dificuldades encontradas no mercado de trabalho?

Gustavo – A transição do mundo acadêmico para o mercado de trabalho não foi fácil pois muitas empresas optam por contratar profissionais com alguma experiência prévia. Nesta situação, optei por ingressar em uma empresa que valoriza os novos profissionais com oportunidades de treinamento e desenvolvimento de carreira.

APEAM – A Engenharia Ambiental é relativamente nova no mercado de trabalho brasileiro e também, dentre as demais engenharias, a que mais tem potencial de crescimento. O que você acha que está faltando para que este fato seja concretizado?

Gustavo – Acredito que a consolidação do Engenheiro Ambiental no mercado de trabalho depende agora do desempenho dos profissionais já formados. Os diferenciais do Engenheiro Ambiental frente aos demais profissionais da área devem ser reconhecidos pelas empresas, que darão preferência aos Engenheiros Ambientais quando convencidos da versatilidade e refinada capacidade técnica da nossa profissão.

APEAM – Na sua opinião, qual a importância da APEAM para o fortalecimento da categoria?

Gustavo – Outro ponto importante na conquista do mercado de trabalho pela Engenharia Ambiental é a divulgação da profissão e o fortalecimento da categoria frente a órgãos de classe e empresas de referência em setores importantes da indústria brasileira. Este é um papel que pode ser desempenhado pela APEAM, que representa os Engenheiros Ambientais e pode estabelecer esses vínculos institucionais.

APEAM – Para finalizar, qual recado você gostaria de deixar aos futuros Engenheiros Ambientais?

Gustavo – O mercado de trabalho exige profissionais com alto nível de conhecimento técnico, capacidade de resolução de problemas e dedicação. Portanto, é importante que essas três habilidades sejam desenvolvidas durante o período da graduação em atividades dentro ou fora da sala de aula. Recomendo o envolvimento do aluno em atividades como Centro Acadêmico, Empresa Júnior, Iniciação Científica e/ou estágios externos para se prepararem melhor para os desafios rofissionais que enfrentarão.