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Colégio de Entidades de Classe (CDER) reunido na capital

Colégio de Entidades de Classe (CDER) reunido na capital

O Colégio de Entidades de Classe (CDER) da Regional Curitiba esteve reunido nesta quinta-feira, na sede da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-PR), em encontro conduzido pelo novo coordenador regional, engenheiro ambiental Renato Muzzolon Jr.

Entre os assuntos em pauta, a indicação de profissionais para o curso de acessibilidade que será ministrado no CREA-PR em junho, a definição do calendário de reuniões de 2013 e a criação do Grupo de Trabalho regional para interação com o Corpo de Bombeiros.

“A relação interassociativa beneficia e engrandece a todos, daí a importância da participação nas reuniões e nas discussões; da interação entre as associações e sindicatos em prol de objetivos comuns e da formulação de propostas para encaminhamento ao CREA-PR”, ressaltou o coordenador do CDER da Regional Curitiba.

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Por Daniela Licht (CREA-Regional Curitiba)

Mercado de Trabalho: Engenheiro ambiental Thiago Edwiges

Mercado de Trabalho: Engenheiro ambiental Thiago Edwiges

O engenheiro ambiental Thiago Edwiges, professor do curso de Engenharia Ambiental e Tecnologia em Gestão Ambiental na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), especialista em engenharia de segurança do trabalho pela PUCPR e mestre em Energia na Agricultura pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), fala sobre o Curso de Projeto e Operação de Aterros Sanitários da Associação Brasileira de Limpeza Pública – ABLP e comenta a inserção dos engenheiros ambientais no mercado de trabalho.

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APEAM – Fale-me um pouco sobre a importância do Curso de Projeto e Operação de Aterros Sanitários para os engenheiros ambientais.

Thiago Edwiges – O curso sobre aterros sanitários ocorreu em São Paulo/SP e foi ministrado pela Associação Brasileira de Limpeza Pública – ABLP. O curso dá uma visão prática e atual das alternativas viáveis para o tratamento e a disposição final dos resíduos sólidos urbanos e da legislação que disciplina o setor e estuda os aterros sanitários desde o seu licenciamento ambiental até a sua implantação e operação.

 

APEAM – Por que você se interessou por este curso?

Thiago Edwiges – Eu me interessei pelo curso, pois começo no próximo semestre a ministrar uma disciplina sobre gestão e tratamento de resíduos sólidos e pretendo reunir os conhecimentos adquiridos na graduação e pós-graduação com os debates acerca do tema que estão ocorrendo em todo o País, desde que a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi aprovada.

 

APEAM – Quais foram as maiores dificuldades encontradas no mercado de trabalho?

Thiago Edwiges – Nunca encontrei grandes dificuldades, pois busquei sempre me atualizar a partir de cursos de extensão e pós-graduação e também estar em contato direto com engenheiros ambientais, que compartilham oportunidades de trabalho e estudo sempre que possível. Porém, acredito que uma das maiores dificuldades seja encontrar vagas específicas para Engenheiro Ambiental, visto que as atividades específicas desta área de atuação ainda são exercidas por uma gama de profissionais das mais diferentes áreas, e, diferente de áreas mais consolidadas da engenharia, a ambiental não possui todos os processos efetivamente definidos e padronizados em todos os estados e municípios e, assim, cabe ao Engenheiro Ambiental criar o seu espaço e abrir o mercado para os novos engenheiros que estão chegando.

 

APEAM – A Engenharia Ambiental é relativamente nova no mercado de trabalho brasileiro e também, dentre as demais engenharias, a que mais tem potencial de crescimento. O que você acha que esta faltando para que este fato seja concretizado?

Thiago Edwiges – Tanto no Brasil, quanto no exterior, tenho visto notícias e rankings colocando a Engenharia Ambiental como uma das profissões mais promissoras. Especificamente em nosso País, temos campos de trabalho que precisam ser ampliados para que efetivamente possamos ser comparados aos países desenvolvidos, como o saneamento ambiental dos municípios, o licenciamento e a gestão ambiental de organizações, a gestão dos nossos recursos naturais e, em maior destaque recentemente, o gerenciamento das grandes obras em andamento para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Hoje, já temos bons cursos de graduação e pós-graduação no país, assim como legislações que estão exigindo maior comprometimento do setor público e privado para as questões ambientais e a combinação de todos estes fatores cria um ambiente perfeito para a inserção dos engenheiros ambientais no mercado.

 

APEAM – Qual a importância da APEAM para o fortalecimento da categoria?

Thiago Edwiges – A Associação tem papel fundamental para promover o debate de questões referentes ao mercado de trabalho, atuação e necessidade de novas regulamentações para a questão ambiental.

 

APEAM – Para finalizar, qual recado você gostaria de deixar aos futuros Engenheiros Ambientais?

Thiago Edwiges – Que busquem desenvolver seus conhecimentos técnicos e aprimorar suas competências pessoais, visto que o mercado tem exigido características específicas como mobilidade nacional e internacional, criatividade, capacidade de resolução de problemas e de trabalho em equipe e quem puder oferecer tal capacidade sai na frente para concorrer a uma posição de destaque.

I Encontro Paranaense de Pesquisadores e Agentes da Área de Tratamento, Aproveitamento e Industrialização de Resíduos

I Encontro Paranaense de Pesquisadores e Agentes da Área de Tratamento, Aproveitamento e Industrialização de Resíduos

I ENCONTRO PARANAENSE DE PESQUISADORES DA ÁREA DE TRATAMENTO, APROVEITAMENTO E INDUSTRIALIZAÇÃO DE RESÍDUOS (I-EPAR) tem como objetivo reunir profissionais do setor público e privado, estudantes e pesquisadores da área de gestão de resíduos para troca de informações e conhecimentos que permitam vislumbrar alternativas para o desenvolvimento sustentável do Estado do Paraná.

Estão programadas três mesas para debates acerca dos temas – A Política de Resíduos Sólidos e as Demandas para a sua Implantação -Fontes de Fomento e Financiamento para a área de Resíduos – Plano de Gestão Integrada e Associada de Resíduos Sólidos Urbanos no Estado do Paraná – Síntese dos debates e apresentações e encaminhamentos. Participação dos coordenadores dos Núcleos de Inovação das Universidades composta por representantes do setor público e pesquisadores.

Uma sessão de banners servirá para apresentação dos projetos, produtos, patentes e competências pelos grupos de pesquisa vinculados aos institutos de pesquisa e instituições de ensino superior no estado do Paraná.

Quatro sessões de painéis reunirão pesquisadores e interessados para apresentação das produções científicas, produtos e patentes nas seguintes especialidades: Estudos em torno das fontes geradoras de resíduos sólidos; Estudos inerentes a gestão de resíduos sólidos; Estudos em torno das inovações Tecnológicas para tratamento, aproveitamento e industrialização de resíduos; Modelos de negócios com base no aproveitamento dos resíduos sólidos (cases de sucesso).

Contamos com sua participação, inscrevendo-se como apresentadores nos painéis, participando dos debates desencadeados pelas apresentações de convidados para as mesas, assim como elaborando pôsteres que resumam a produção de seu grupo. Um bom evento a todos.

Saiba mais sobre o evento

Para mais informações acesse o site: http://sites.uepg.br/epar/

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Fonte: Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

ANEAM articula parceria com a ABES Nacional

ANEAM articula parceria com a ABES Nacional

Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais – ANEAM foi convidada pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES para apoiar a realização do 27º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que acontecerá entre os dias 15 e 19 de setembro de 2013 no Centro de Convenções de Goiânia (GO). O evento terá como tema central “Saneamento, Ambiente e Sociedade: Entre a gestão, a política e a tecnologia”.

Em reunião realizada no dia 22 de abril de 2013 na sede da ABES, localizada no Rio de Janeiro, com o presidente da ABES Nacional Dr. Dante Ragazzi e parte de sua diretoria, o presidente da ANEAM, Eng. Marcus Vinícius e o diretor de Valorização Profissional da ANEAM e presidente da APEAM Eng. Renato Muzzolon Jr., neste ato também representando o CREA-PR, discutiram o Fórum Ambiental Paralelo que será realizado no congresso e o Fórum de Coordenadores de Cursos de Engenharia ambiental, organizado pela ANEAM.

Segundo o diretor de Educação da ANEAM, Eng. Tiago Santos, a participação da ANEAM no evento é importante para o fortalecimento dos cursos de Engenharia Ambiental do Brasil. “Vamos aproveitar esta oportunidade para promover reuniões anuais do Fórum de Coordenadores, pois estas reuniões ocorrem somente a cada dois anos nos Simpósios de Engenharia Ambiental”, afirmou.

A ANEAM contribuirá também com articulações para viabilização da participação do “Programa Cidades Sustentáveis” no congresso, em fase de parceria com a ANEAM, coordenado pelo Instituto Ethos, Rede Nossa São Paulo e a Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis.

Além disso, a ANEAM quer levar o debate de “Desastres Ambientais” para o evento, visto a necessidade eminente do país por soluções para as catástrofes naturais, e para isto utilizará a plataforma do Grupo de Trabalho criado para este fim na ANEAM, além de convidar o Secretário de Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional e a Ministra do Meio Ambiente.

A ANEAM fez o convite, e a ABES aceitou ser parceira no VIII Simpósio Brasileiro de Engenharia Ambiental e Sanitária – SBEA, que será realizado junto com o I Congresso de Engenharia Ambiental e Sanitária e com o Fórum de Coordenadores no 2º semestre de 2014, organizado pela ANEAM.

Para o diretor de valorização da ANEAM Eng. Renato Muzzolon Jr., é oportuna a parceria com a entidade mais antiga e atuante no setor de saneamento ambiental no Brasil, a ABES. “Considerando que a ANEAM se integrou com antiga Associação Brasileira de Engenharia Ambiental – ASBEA será ótima a parceria com a ABES Nacional, pois poderemos unir forças para o fortalecimento da categoria da Engenharia Ambiental e do setor de saneamento no país”, ressaltou.

Já para o presidente da ANEAM, Marcus Vinícius, é importante os professores assumirem a cadeira da academia dentro dos CREAs. “Considerando que o Sistema Confea/CREA possui mais de um milhão de profissionais dos 307 títulos abrangidos, 200 mil empresas, 1.592 conselheiros regionais, 36 conselheiros federais, 600 entidades estaduais, 210 instituições de ensino, 2.000 inspetores, 525 inspetorias, 25 entidades nacionais, 27 conselhos regionais, 9 coordenadorias nacionais de câmaras especializadas, 168 câmaras especializadas, e  27 Mútua – caixas de assistência, a categoria da Engenharia Ambiental e Sanitária ainda é pequena dentro do Sistema, e o trabalho em rede e parceria é o melhor caminho, para vencer os desafios do Sistema CONFEA/CREA”, destacou.

Para o diretor da ABES Eng. Cleverson Vitorio, a ANEAM tem demonstrado organização, articulação política, valorização e defesa da categoria da Engenharia Ambiental no país. “A ABES reúne no seu corpo associativo cerca de 10.000 profissionais do setor e tem como missão ser propulsora de atividades técnico-científicas, político-institucionais e de gestão que contribuam para o desenvolvimento do saneamento ambiental, visando à melhoria da saúde, do meio ambiente e da qualidade de vida das pessoas. Acredito que as nossas atividades são complementares”, disse.

No encontro foram discutidos outros temas como a primeira reunião de Coordenadores dos Programas de Pós-graduação na Área Ambiental, a Revista Científica Ambiental da ABES e o Congresso Brasileiro de Meio Ambiente.

Participaram também da reunião:

  • Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – SABESP
  • Universidade Federal do Paraná – UFPR
  • Companhia de Saneamento do Paraná – SANEPAR
  • Universidade Federal de Pernambuco – UFPE
  • Universidade de São Paulo – USP
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ
  • Universidade Federal do Pará – UFPA
  • Universidade Federal do Espírito Santo – UFES

O 27º CBESA – Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental terá em sua programação painéis, mesas redondas, apresentação de trabalhos técnicos, Campeonato de Operadores, Olimpíada Jovens Profissionais do Saneamento, visitas técnicas, e a X FITABES, a maior feira de exposições do segmento.

Na ocasião da viagem, a ANEAM se reuniu com o Eng. Gabriel de Almeida para discutir a criação de uma associação dos engenheiros ambientais no Estado do Rio de Janeiro.

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Fonte: APEAM/ ANEAM