Você está aqui: APEAM > 2013 > abril
Apoio
Patrocínio
USP, Unicamp e Unesp criam doutorado conjunto em bioenergia

USP, Unicamp e Unesp criam doutorado conjunto em bioenergia

Agência FAPESP – As três universidades estaduais paulistas preparam em conjunto um inédito curso de doutorado em bioenergia.

“Estamos organizando um programa de excelência em bioenergia, no qual os alunos terão oportunidade de estudar com os melhores especialistas nos diferentes aspectos do setor e poderão se conectar com os principais centros de pesquisa na área no mundo”, disse o professor Carlos Alberto Labate, da Universidade de São Paulo (USP), coordenador-geral do Programa Integrado de Doutorado em Bioenergia. As aulas deverão ter início em março de 2014.

Com a proposta de ser um curso internacional, o programa contará com professores da USP, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), além de especialistas estrangeiros. Terá boa parte de suas aulas em inglês e usará um sistema de videoconferência para a integração de alunos e professores situados em diferentes cidades.

“Os alunos farão pelo menos quatro meses de estágio no exterior, em universidade, empresa ou centro de pesquisa. E queremos atrair não só estudantes do Brasil, mas também do exterior”, destacou Labate.

Justificativas para unir as forças nesse projeto não faltam. De acordo com Labate, a bioenergia é uma das áreas que mais crescem no mundo e o Brasil é uma liderança. “Temos competência, um grande mercado, somos os principais produtores de matéria-prima para a área de bioenergia e falta pessoal qualificado, inclusive para fazer spin-off, porque uma das coisas que queremos é que nossos alunos sejam empreendedores na área de bioenergia.”

A aprovação da abertura do programa pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) ocorreu no final de março.

Na opinião de Luís Augusto Barbosa Cortez, professor na Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Unicamp e coordenador adjunto de Programas Especiais da FAPESP, que integra a comissão executiva do Programa Integrado de Doutorado em Bioenergia, o aspecto inovador da iniciativa é a participação de “três das cinco melhores universidades do Brasil”.

“A massa crítica das três universidades é muito grande. Em levantamento feito na FAPESP, constatou-se que cerca de 500 pesquisadores das três instituições trabalham com o assunto bioenergia direta ou indiretamente”, disse.

Cortez citou o exemplo de pesquisa realizada por Fernando Ferreira Costa, professor na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, que estuda uma enzima produzida pelo cupim com capacidade de degradar celulose. “Já existem muitos pesquisadores de faculdades diversas, como medicina, que trabalharam ou estão trabalhando com algo relacionado a biocombustíveis, bioenergia, produtos químicos, plásticos ou derivados de biomassa”, disse.

O doutorado conjunto em bioenergia é um desdobramento de outra iniciativa, o Centro Paulista de Pesquisa em Bioenergia (CPPB), instituído em 2010, por meio de um convênio entre o Governo do Estado de São Paulo, FAPESP, USP, Unicamp e Unesp. 

Criado como um desdobramento do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), o CPPB aumenta a base científica de pesquisa em energia obtida a partir de biomassa. Enquanto as universidades contratam pesquisadores em diversas vertentes da bioenergia, a FAPESP selecionará e financiará os projetos vinculados ao CPPB.

“O curso é um dos importantes resultados do Centro Paulista de Pesquisa em Bioenergia, organizado pela FAPESP e pelas três universidades estaduais paulistas, com expressivo investimento do Governo do Estado de São Paulo. O caráter multi-institucional é uma excelente ideia das universidades e fará o curso muito competitivo mundialmente”, ressaltou Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

Cara do século 21

No Programa Integrado de Doutorado em Bioenergia, as disciplinas serão organizadas em cinco áreas principais: agrícola, industrial, sustentabilidade, biorrefinarias e motores. Segundo Cortez, embora o Brasil seja líder em bioenergia, ainda faltam profissionais, principalmente em algumas vertentes, como a de motores.

Outra área com carência de profissionais é a de gaseificação e combustão. “Fomos muito para o lado da fermentação, muito pela linha bioquímica (quando se fala em etanol de segunda geração), mas pouco pela linha térmica”, afirmou Cortez.

Um dos objetivos do curso é proporcionar ao aluno um panorama geral, uma formação ampla para que o profissional entenda os diversos fatores envolvidos na questão da bioenergia.

“Essa área é muito dinâmica; precisamos de um profissional que entenda de diferentes áreas e participe ativamente nas questões. Ele precisa falar bem inglês e ter uma noção boa inclusive de diplomacia ligada a esses assuntos – que são discutidos em fóruns internacionais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT)”, disse Cortez.

Algumas questões burocráticas sobre o curso, que será gratuito, ainda estão pendentes, mas a grade curricular, com número de disciplinas e equivalência de créditos, já foi definida. O aluno deverá fazer a matrícula em uma das três instituições e estará formalmente vinculado a ela. Cada uma das universidades fará a seleção de estudantes utilizando critérios próprios e escolherá o corpo docente que participará do programa. A coordenação geral do curso, atualmente sob responsabilidade da USP, mudará a cada três anos, em um rodízio entre as três universidades.

A ideia é que cada orientador tenha dois ou três orientandos e que o programa chegue, em dois ou três anos, a cem alunos. “É um curso com a cara do século 21. O tema dos biocombustíveis ganhou importância fenomenal recentemente. Até os Estados Unidos entrarem nessa, achavam que o Brasil fazia apenas uma esquisitice, uma curiosidade exótica. Depois, o mundo inteiro começou a falar no assunto”, disse Cortez.

De acordo com Labate, a ideia é, com o tempo, integrar outros grupos de excelência brasileiros no programa de doutorado, como os de algumas universidades federais.

O site oficial do curso ainda está em construção, mas o provisório pode ser visto em: http://genfis40.esalq.usp.br/pg_bio.

 foto_dentro17186_1

Fonte: Agência FAPESP

1ª Reunião Ordinária da Associação Catarinense de Engenharia Ambiental – 2013

1ª Reunião Ordinária da Associação Catarinense de Engenharia Ambiental – 2013

Ocorreu na Inspetoria do CREA de Criciúma no começo deste mês, dia 08 de abril de 2013, a 1ª Reunião Ordinária da Associação Catarinense de Engenharia Ambiental(ACEAMB) – 2013. O evento contou com mais de 45 pessoas, entre acadêmicos e profissionais de Engenharia Ambiental.

Na oportunidade, estavam presentes a nova diretoria da ACEAMB, composta pelo Presidente Eng. Amb. Leomar Cardoso Cunha e Vice-Presidente Eng. Amb. Guilherme S. Meller, bem como o Diretor Regional da Inspetoria de Criciúma Ingo Dal Pont Werncke.

Os assuntos abordados foram:
– Registro da entidade de classe junto ao Sistema Confea-Crea, que tem como benefícios o repasse de 10% do valor da ART para a entidade e a possibilidade de indicação de um conselheiro para representar a entidade no plenário do Crea-SC.

– Como e onde protocolar os requerimentos de revisão de atribuição?
Parecer do CONFEA n. ° 80/2001-GA/DTe (Profissionais habilitados para gerenciamento de resíduos sólidos – Incluiu o Eng. Ambiental)
PL-1562/2012 – CONFEA – informa que o Engenheiro Ambiental Márcio Rogério Vicari possui atribuições para os seguintes serviços/obras: Sistema de água/ Estação de tratamento de água/ Sumidouro/ Tanque Séptico/ Serviço Técnico não cadastrado em água/ Reciclagem de Resíduos Sólidos/ Resíduo Sólido Industrial/ Resíduo Sólido de Saúde/ água/ Ar/ Entulho/ Aproveitamento de Recursos Naturais/ Controle à erosão/ Ecologia/ Recuperação de área degradada/ Utilização do solo/ Controle à Poluição dos Recursos Naturais/ Recursos Naturais Renováveis/ Efluente Doméstico/ Efluente Industrial. 

– Concursos públicos na Área Ambiental sem ofertas de vagas para Engenharia Ambiental;

– Sugestões de cursos para Aprovação junto ao Programa de Educação Continuada do CREA – PEC;

cimg2367-boa-01

Fonte: site ACEAMB

Reunião em Londrina elege os novos coordenadores do CDER-PR

Reunião em Londrina elege os novos coordenadores do CDER-PR

Colégio de Entidades Regionais (CDER) do CREA-PR tem novo coordenador estadual. A engenheira civil Suzely Schmitk Soares, da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Cascavel, foi eleita no último dia 20 de abril, durante a 11ª reunião ordinária realizada em Londrina.

Suzely assume o cargo no lugar de Fauzi Geraix Filho, da Associação dos Engenheiros de Arapongas, que esteve à frente do CDER no último ano. O engenheiro ambiental Renato Muzzolon Junior, da Associação Paranaense de Engenheiros Ambientais, foi eleito o coordenador estadual adjunto.

A reunião em Londrina foi conduzida pelo gerente da Assessoria de Apoio às Entidades de Classe, administrador Claudemir Marcos Prattes. Os destaques da pauta, além da eleição, tratavam de discussões sobre as câmaras técnicas de saneamento e mobilidade; a relação entre engenheiros e atuação do corpo de bombeiros; proposições para o programa de acessibilidade; assuntos para tratativas no Conselho Federal e cronograma dos próximos encontros.

O presidente do CREA-PR e do CDER, engenheiro civil Joel Krüger, participou da reunião e avaliou que o Colégio vem desenvolvendo um forte trabalho junto ao CREA-PR para o fortalecimento das relações entre as entidades de classe e o Conselho. “É um contato importante, que permite conhecer os problemas das entidades para junto encontrarmos e propormos soluções”, resumiu, completando que a criação do CDER é um dos projetos estratégicos da atual gestão.

Segundo Krüger, uma das propostas feitas pelo Colégio aborda a revisão da Resolução 1032, que trata da forma de repasse de recursos para as entidades de classe. “Essa revisão deve ocorrer com certeza neste ano”, garantiu o presidente.

O CDER foi criado em 2012 e é composto por oito coordenadores regionais que representam mais de 90 entidades de classe em todo o Paraná. Todas as propostas feitas pelos membros do Colégio são protocoladas no Conselho e devidamente acompanhadas, podendo ser deferidas ou indeferidas.

reuniao-cder-londrina1

Fonte:Cristina Luchini/CREAPR

Eleição de Inspetores 2013

Eleição de Inspetores 2013

O Plenário do CREA-PR aprovou na sessão de 26 de fevereiro a composição da Comissão Eleitoral de Inspetores – CEI, sob a coordenação do engenheiro civil Luiz Hélio Friedrich.

A presente eleição destina-se a eleger 07 inspetores (um em cada modalidade) para cada uma das inspetorias do CREA-PR. O mandato tem duração de 18 meses e iniciará em 01 de julho de 2013 e encerrará em 31/12/2014.

Todos os informes sobre a eleição estão disponíveis no REGULAMENTO ELEITORAL aprovado na sessão plenária de 19 de março de 2013.

O processo eleitoral ocorre via internet, tanto a inscrição como a eleição dos candidatos inscritos.

Para mais informações, acesse http://www.crea-pr.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2057&Itemid=60

Paraná inclui representante indígena no Conselho Estadual do Meio Ambiente

Paraná inclui representante indígena no Conselho Estadual do Meio Ambiente

O Conselho Estadual do Meio Ambiente contará com um representante das comunidades indígenas do Paraná, pela primeira vez desde a sua criação, em 1984. O documento que regulamenta a participação dos indígenas nas discussões sobre meio ambiente no Estado foi assinado nesta sexta-feira (19) – Dia do Índio – pelo secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, e por representantes das comunidades indígenas e da Fundação Nacional do Índio (Funai).

“O Paraná é o primeiro Estado a tomar esta iniciativa que resgata a representatividade indígena e dá mais legitimidade ao Conselho Estadual do Meio Ambiente”, declarou o secretário Cheida.

Hoje, 15 mil índios das etnias Kaingang, Guarani e Xetá vivem no Paraná, em 56 terras indígenas, localizados em 30 municípios.

Para o indigenista da Funai, Edívio Battistelli, a inclusão oficial dos indígenas no Conselho representa um marco na história paranaense. “Buscamos a sensibilidade do Governo, por meio a Secretaria do Meio Ambiente, para que os índios possam participar dos mecanismos de proteção que o Estado cria. Pela primeira vez, os índios serão os porta-vozes da etnosustentabilidade das suas comunidades”, afirmou Battistelli.

Ele lembrou que o governador Beto Richa criou, em 2008 – na sua gestão como prefeito de Curitiba – a primeira aldeia urbana indígena do Sul do Brasil. A aldeia Kakané Porã, que significa “fruto bom da terra”, abriga 240 índios de diferentes etnias.

O cacique da aldeia Kakané Porã, Carlos Kajer dos Santos, disse que a iniciativa de criação da aldeia foi fundamental para a sobrevivência dos índios que viviam em Curitiba e Região Metropolitana, longe das suas tradições e costumes. “Nós temos uma terra boa e estamos trabalhando para garantir a preservação dos recursos naturais que ainda possuímos. Por isso, a participação no Conselho é tão importante”, reforçou.

Nos próximos dias, lideranças indígenas de todas as comunidades do Paraná vão se reunir para indicar o representante da comunidade no Conselho Estadual. A posse do indicado ocorrerá na próxima reunião ordinária do órgão.

PROTEÇÃO – A vice-presidente do Conselho Nacional das Mulheres Indígenas, Jovina Donato, nasceu na comunidade de Mangueirinha, na região Sudoeste. Lá estão localizadas as maiores florestas nativas de árvores de araucária do planeta. São 300 mil árvores nativas de grande porte.

“Estas matas só continuam preservadas porque nós cuidamos. Não vendemos as árvores e não deixamos ninguém cortar. O nosso povo se preocupa com o desenvolvimento. Queremos que isso aconteça de forma sustentável”, lembrou Jovina. Durante a assinatura do documento, ela fez uma oração na língua kaingang para agradecer todos àqueles que ajudam a proteger o meio ambiente.

O CONSELHO – O Conselho Estadual do Meio Ambiente é um órgão superior, formado por um colegiado e conta com plenário, câmaras temáticas, grupos de trabalho e Comitê Gestor do Cadastro Estadual de Entidades Não Governamentais. É composto por representantes do Governo do Estado, de órgãos e entidades ambientais e da sociedade civil.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Fundador do Museu Botânico de Curitiba morre aos 89 anos

Fundador do Museu Botânico de Curitiba morre aos 89 anos

Morreu, na madrugada da última terça-feira (16), em Curitiba, o botânico Gert Hatschbach, fundador do Museu Botânico Municipal. Ele tinha 89 anos e estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Nossa Senhora do Pilar há um mês. De acordo com o hospital, ele teve complicações por causa de uma infecção generalizada e não resistiu. 

Gert formou-se no curso técnico em Química Industrial, em 1945, pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Em 1965, a convite do ex-prefeito Ivo Arzua Pereira, organizou o Museu Botânico Municipal em uma pequena casa, no Passeio Público, exercendo a função de chefia. Na ocasião, ele fez a doação do acervo particular de mais de mil exemplares de plantas ao museu botânico.

O museu botânico fundado por Gert é considerado um dos maiores do mundo. Atualmente conta com aproximadamente 400 mil exsicatas (plantas secas identificadas e preservadas).

556031_581055265252091_996433185_n

Fonte: G1

APEAM participa da Reunião Preparatória Regional coordenada pelo CREAPR

APEAM participa da Reunião Preparatória Regional coordenada pelo CREAPR

A Associação Paranaense dos Engenheiros Ambientais (APEAM) participou, na última quarta-feira(10), da Reunião Preparatória Regional(RPR), coordenada pelo CREA-PR. O objetivo das RPRs é apresentar, discutir e aprovar propostas a serem sistematizadas e apresentadas no 8º Congresso Estadual de Profissionais, que ocorre no mês de maio, em Foz do Iguaçu.

A cada 3 anos é realizado pelo CONFEA o Congresso Nacional de Profissionais – CNP posteriormente a realização dos Congressos Estaduais de Profissionais – CEPs, realizados em todos CREAs da Federação. Em 2013, além do 8º CEP e 8º CNP, o CREA-PR, realizará Reuniões Preparatórias de Inspetoria – RPIs e Reuniões Preparatórias Regionais – RPRs.

Durante a reunião o presidente da APEAM Renato Muzzolon Jr recebeu o cargo de coordenador regional do Colégio Regional de Entidades de Classe da Regional Curitiba (CDER), que ficará sob sua responsabilidade até o dia 31 de março de 2014. Para mais informações, acesse: http://www.crea-pr.org.br/8cnp/ . Com informações do site CREA-PR

8cnp_logo_700

Reunião Preparatória da Regional Curitiba/ foto: CREA-PR

Cenários sobre a Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil e no Paraná – O papel do Parlamento e a IV Conferência Nacional de Meio Ambiente

Cenários sobre a Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil e no Paraná – O papel do Parlamento e a IV Conferência Nacional de Meio Ambiente

Objetivo: Democratizar a discussão a respeito da Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil e em especial no Paraná; Construir documento coletivo sobre a Gestão de Resíduos Sólidos no Paraná que será encaminhado a IV Conferência Estadual de Meio Ambiente.

 

Data: 16/04/2013

Hora: 08h:30 até 17h:00

Local: Plenarinho da Assembléia Legislativa do Estado do Paraná – Curitiba

Endereço: Praça Nossa Senhora de Salette, s/n° – Centro Cívico – Curitiba / PR

n32