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Bolsa no CBEE.- Atropelamento de Fauna

Bolsa no CBEE.- Atropelamento de Fauna

O Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas está contratando um(a) bolsista de apoio técnico para atuar no Projeto Estrada Viva para início com a maior brevidade possível. Está bolsa não está na listagem enviada a poucos dias, se refere a outra seleção.

Período da bolsa.- 01/09/2012 a 30/12/2014

Valor da bolsa.- R$ 1070,00

Carga horária.- 40h/semanais

Início previsto das atividades (Setembro)

O(a) bolsista será responsável por:

Todas atividades inerentes ao subprojeto de atropelamento de fauna;
Acompanhar os pesquisadores, mestrandos e doutorandos em campo;
Manter organizado, limpo e em funcionamento os equipamentos de campo e laboratório;
Manter atualizado o banco de dados do projeto, cobrando os diferentes responsáveis ou digitando as informações coletadas;
Dirigir o carro do laboratório quando necessário;
Estruturar o relatório de atividades, cobrando os responsáveis pelos diferentes segmentos e sistematizando as informações em um arquivo único;
Dar suporte geral aos subprojetos do PEV;
Entre outras.

O candidato poderá fazer uso de dados coletados no projeto para se candidatar ao mestrado do Programa de Ecologia Aplicada da UFLA, para a seleção de novembro de 2013, caso a coordenação do projeto avalie seu desempenho adequado durante o primeiro ano de trabalho.

Exigimos:

Que tenha graduação concluída em qualquer curso da área ambiental (biologia, ecologia, engenharias, …);
Carteira de motorista;
Resida em Lavras, com expectativa de, pelo menos, 12 meses;
Experiência de campo comprovada;

Processo de seleção:

Fase 1
Interessados(as) devem encaminhar email para CBEE (cbee@dbi.ufla.br) informando:

Nome completo
Endereço atual
Telefone de contato
Link do currículo Lattes
Foto
Nome de dois contatos (com email) que possam atestar a experiência em campo
Skype (fundamental)

Fase 2
Candidatos(as) serão contatados e será agendada uma reunião com o coordenador do projeto (por Skype)

A seleção não terá um prazo definido, assim que encontrarmos um(a) candidato(a) que se enquadre nos requisitos, concluiremos a seleção.

“Aproveitem ao máximo os anos de formação. Façam contatos, demonstrem interesse e vontade de crescer”

“Aproveitem ao máximo os anos de formação. Façam contatos, demonstrem interesse e vontade de crescer”

Daniel Larsen, engenheiro ambiental, especialista em Biotecnologia Ambiental e mestre em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental, acredita que nos últimos anos tem aumentado à valorização do profissional no mercado ambiental. Atualmente, Larsen trabalha como perito criminal da Polícia Científica do Paraná. “Trabalho no Instituto de Criminalística de Curitiba, passando por todas as seções, inclusive as que não fazem parte da minha formação. O engenheiro ambiental trabalha com pericia criminal na área de meio ambiente, que está dentro do setor de engenharia na criminalística, e atende crimes contra o meio ambiente, de acordo com legislação. O engenheiro ambiental, neste caso, atuando como perito criminal dimensiona e quantifica os danos ambientais causados em determinadas situações para que sejam aplicadas medidas cabíveis ao responsável, de acordo com o dano causado”, afirmou.

Larsen atuou durante um ano como coordenador do curso de engenharia ambiental da Faculdade Anchieta de Ensino Superior do Paraná (FAESP) e, nesta etapa de sua carreira, realizou um ótimo trabalho com os acadêmicos e docentes: o curso foi reconhecido pelo MEC.

Daniel Larsen

 

APEAM –  Quais foram as maiores dificuldades encontradas no mercado de trabalho?

Daniel Larsen – A valorização do profissional tem aumentado nos últimos anos. Esse fator se deve, principalmente, pelas lideranças que estão sendo formadas em nosso Estado. No meu caso, a falta de um bom estágio enquanto graduando e consequente falta de experiência que o mercado de trabalho exige, foi fundamental para que eu procurasse enriquecer meu currículo acadêmico, cursando especialização e mestrado, ambos na área ambiental. Um bom estágio, mesmo que voluntário, faz parte da formação de um bom profissional, e é nesse sentido que o MEC tem cobrado o estágio supervisionado nas matrizes curriculares.

APEAM – A Engenharia Ambiental é relativamente nova no mercado de trabalho brasileiro e também, dentre as demais engenharias, a que mais tem potencial de crescimento. O que você acha que esta faltando para que este fato seja concretizado?

Daniel Larsen – Tempo. O curso é novo e a necessidade de profissionais nesta área também. A discussão ambiental começou há 40 anos, demanda relativamente nova se comparada a outras, como de construção civil, por exemplo. O caminho para concretização está traçado, só depende da constante pressão das lideranças para que o engenheiro ambiental seja cada vez mais valorizado.

APEAM – Qual a importância da APEAM para o fortalecimento da categoria?

Daniel Larsen – Em qualquer profissão, as associações são representantes dos anseios de seus associados e, de forma geral, dos profissionais que representa. As iniciativas da APEAM têm se mostrado efetivas e sérias : A classe e em sintonia com o âmbito nacional, formando lideranças na área no estado.

APEAM –  Para finalizar, qual recado você gostaria de deixar aos futuros Engenheiros Ambientais?

Daniel Larsen – Aproveitem ao máximo os anos de formação. Façam contatos, demonstrem interesse e vontade de crescer. Depois de formados, busquem as lideranças, as associações e se envolvam no desafio pela valorização profissional.

CURSO: O novo Código Florestal e seus impactos para as propriedades rurais

CURSO: O novo Código Florestal e seus impactos para as propriedades rurais

Cidade: Curitiba
Data: 27/07/2012
Período de Inscrições: 06/06/2012 a 26/07/2012

Palestrante: Marcelo Leoni Schmid – Engenheiro Florestal – PR-95790/D – Visualizar Currículo
Promoção: Associação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná – Curitiba – AEAPR-Curitiba

Apresentação: O novo Código Florestal Brasileiro introduziu modificações em nossa legislação ambiental. Quais são os impactos para as propriedades rurais? Quais são suas vantagens e desvantagens tanto para a ótica produtiva e quanto para a ótica conservacionista? O presente curso pretende responder essas questões pelo estudo técnico-jurídico das principais mudanças introduzidas pela nova Lei, de forma comparativa à lei anterior, por meio de estudos de caso e exemplos práticos didáticos.

Objetivo: Abordar detalhadamente a revisão do código florestal incluindo com destaque à análise comparativa com o código de 1965 e às principais mudanças promovidas pela nova Lei, sobretudo em relação à produção e à conservação e assim atualizar os profissionais da área quanto à questão.

Público Alvo: Engenheiros Agrônomos, Florestais, Ambientais, técnicos e tecnólogos, e profissionais da área jurídica.

Programa:

a) Conceitos e definições técnicas.
b) Análise da situação da reserva legal e das áreas de preservação permanente sob a luz do novo código florestal.
c) As principais mudanças que deverão afetar as áreas produtivas: comparação com o Código Florestal de 1965.
d) As possibilidades de geração de renda pela manutenção de florestas nativas.
e) A regularização ambiental de propriedades rurais.

Data e horário: Dia 27 de Julho de 2012 das 8:00 às 12:00h e 13:30 às 17:30h.
Carga Horária: 8 horas
Local: AEAPR-Curitiba
Rua Prof. Nilo Brandão, 551 ¿ São Lourenço
Curitiba/PR
Inscrições e mais informações:
AEAPR-Curitiba
Falar com Eng. Agr. Marli de Jesus dos Santos
Telefone: (41) 3354-4745
E-mail: aeapr@aeaprcuritiba.com.br
Site: www.aeaprcuritiba.com.br
Investimento:
R$ 180,00 para profissionais associados a AEAPR-Curitiba
R$ 230,00 para demais profissionais com registro no CREA-PR

Para confirmar sua inscrição, deposite o valor correspondente e encaminhe o comprovante para o fax 41 3354 4745 ou ao e-mail aeapr@aeaprcuritiba.com.br

Dados para Depósito:
Banco: Banco do Brasil
Nº Agência: 1622-5
Nº conta corrente: 174858
CNPJ do beneficiário: 00110266/0001-97
Apoio: Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná – CREA-PR através da Assessoria de Qualificação Profissional – PRO-CREA

Clique aqui para se inscrever neste(a) CURSO http://creaweb.crea-pr.org.br/webpublica/procrea/cursos/informacoes_curso.aspx?CODCURSO=1797

“Acreditem na profissão e busquem se especializar em alguma área, não se contente em ser um generalista”, disse Neto

“Acreditem na profissão e busquem se especializar em alguma área, não se contente em ser um generalista”, disse Neto

Daniel Macedo Neto, engenheiro ambiental e mestre em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), é um belo exemplo para os futuros engenheiros ambientais. Atualmente, trabalha como coordenador técnico de estudos ambientais na Ambiotech Consultoria, elaborando estudos ambientais (EIA/RIMA, RAS, R3, PBA,etc.) para empreendimentos do setor de energia, em especial usinas hidrelétricas, eólicas e linhas de transmissão.

Neto já trabalhou com Licenciamento ambiental de mineração de areia, licenciamento ambiental de pequenas centrais hidrelétricas, coordenação de projetos de recuperação de áreas degradadas, orçamentos de serviços e estudos ambientais.

daniel macedo

APEAM – Quais foram as maiores dificuldades encontradas no mercado de trabalho?

Daniel Macedo Neto – Ser convidado a realizar (e ter que recusar) trabalhos que não competem ao engenheiro ambiental, tais como: obtenção de autorizações pra corte de vegetação, cadastramento junto ao SISLEG/IAP, entre outros. Outra dificuldade foi saber com clareza quais são as minhas atribuições como engº ambiental e onde é o limite dessas atribuições em relação a outros profissionais para projetos em equipe.

APEAM – A Engenharia Ambiental é relativamente nova no mercado de trabalho brasileiro e também, dentre as demais engenharias, a que mais tem potencial de crescimento. O que você acha que esta faltando para que este fato seja concretizado?

Daniel Macedo Neto – Falta uma padronização dos cursos de graduação a nível nacional. As grades curriculares dos cursos de engenharia ambiental diferem muito entre as instituições de ensino superior e isso complica muito na definição das atribuições e na própria firmeza do profissional para atuar no mercado. Quem sabe essa falta de padronização seja a responsável por nossa formação ser chamada de generalista pelo CONFEA. Na engenharia ambiental brasileira, nos moldes dos cursos que temos hoje, a pós-graduação é requisito obrigatório para aquele profissional que não deseja ser conhecido como generalista (aquele que sabe um pouco de tudo e tudo de nada).

APEAM – Qual a importância da APEAM para o fortalecimento da categoria?

Daniel Macedo Neto – Fundamental. Outras engenharias só conseguiram o espaço que têm graças ao fortalecimento (quantitativo e qualitativo) dos profissionais. O processo de crescimento da profissão e de ganho de espaço em matéria de atribuições é participativo e cumulativo: mais associados, mais engenheiros ambientais atuantes nas câmaras especializadas, mais conselheiros… mais espaço para a engenharia ambiental.

APEAM – Para finalizar, qual recado você gostaria de deixar aos futuros Engenheiros Ambientais?

Daniel Macedo Neto – Acreditem na profissão e busquem se especializar em alguma área, não se contente em ser um generalista.